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Cinco automações que devolveram meu tempo
FerramentasO que sobrou depois de seis meses testando Zapier, Make e — por fim — um Worker de 40 linhas.
Testei três plataformas de automação em seis meses. Todas funcionam; nenhuma sobreviveu ao terceiro mês de uso real. O que ficou foi um pequeno Worker com regras explícitas e um log legível.
O que ficou de fora
- Encadeamentos visuais que ninguém revisa depois de prontos.
- Retentativas silenciosas que escondem falha de integração.
- Fluxos que dependem de um único serviço para continuar vivos.
O que entrou no lugar
- Um Worker por fluxo. Cada automação é um arquivo com nome, dono e limite de erro.
- Log estruturado. Se falhou, sei onde, quando e com qual payload.
- Fila simples. Nada de processar em tempo real o que pode esperar cinco minutos.
O ganho não foi velocidade — foi previsibilidade. Automação que quebra sem avisar custa mais caro do que trabalho manual.
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